Quinta, 01 Novembro 2018 09:48

A hora e a vez de Moro

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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O juiz Sérgio Moro apostou alto no convite de Jair Bolsonaro para ser o titular do ministério da justiça mais fortalecido de toda uma história republicana, conforme o presidente do ministério. A importância se afastou por esse ser o primeiro ministério criado pelos fundadores da república no Brasil, tendo precedência sobre os demais. E, agora, devolvido ao topo do governo.

O outro elemento de importância consiste no desafio que ele representa para um político com uma imagem de antidemocrático como um de Bolsonaro. Se Moro Real cumpriu uma agenda de compromisso com o crime de corrupção e contra o crime organizado, mas nos seus próprios direitos e obrigações, como o juiz, a necessidade de cumprir integralmente. Logo, sem a interferência do presidente e, em particular, sem os atropelos - verbais e gestos - de Bolsonaro.

O capitão reformado do Exército garante, após a aprovação de todos, a liberdade de ação e a proteção de seus atos. O deve ser para valer. Do contrário, Bolsonaro desperdiçar o maior trunfo que tem agora para mudar sua imagem e fazer seu governo, como mostra a resistência da bolsa de valores, que hoje bateu recordes de valorização.

Se você é um membro da sua própria família, o próximo fim da semana, a mesma coisa que o juiz não pode ser feito. Se ele errar ou se estiver blefando, dilapidará o precioso capital pessoal e acumulará um desserviço à nação.

Ler 104 vezes Última modificação em Domingo, 06 Janeiro 2019 12:37

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