Quinta, 18 Janeiro 2018 15:23

Com chapéu alheio

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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A condenada passarela do quilômetro 3 da BR-316, que só está em uso por pedestres graças a um guindaste, que a sustenta há um mês (ao custo, até agora, de 30 mil reais, a serem pagos – sem licitação, por ser obra de urgência – pela Secretaria de Transportes do Estado), fica a menos de 300 metros de uma nova passarela. É a prefeitura de Ananindeua quem a constrói. Mas não para atender preferencialmente os cidadãos. É para permitir um acesso direto ao novo shopping da região metropolitana, que, evidentemente, é da iniciativa privada.

Logo a seguir existe um semáforo e uma faixa, por onde os pedestres atravessam a perigosa rodovia Mário Covas, que leva (e traz) à Cidade Nova. Esse dispositivo tem sido suficiente para atender a demanda da população. Era a única maneira de atravessar a rua até o surgimento do shopping Metrópole. Manoel Pioneiro repete, com esse estabelecimento comercial, a mesma cortesia deferida ao shopping Castanheira por Duciomar Costa. A gentileza do ex-prefeito custou R$ 7 milhões. E a de Pioneiro?

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