Quarta, 05 Dezembro 2018 08:59

A pobreza do Brasil

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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De cada seis habitantes do Brasil, um é pobre. As formas são um país, os 54 milhões de brasileiros com essa classificação, por um total de 5,50 dólares ao longo do dia (21 reais), a formação do país mais populoso da América do Sul, a a mais do que a Colômbia, segunda colocada.

Já é uma realidade chocante. Em 2016, um rendimento médio era de R $ 183 inferior ao mínimo que definem uma linha de pobreza. No ano passado, a distância ficou maior, em R $ 187. Mas o que há de novo é que a pobreza voltou a ser um ano, ingressando na faixa abaixo da pobreza extrema.

Segundo a mais recente versão Síntese de Indicadores Sociais do IBGE, divulgada hoje, dos 55 milhões de pessoas vivendo em condições de pobreza, 15 milhões vivem abaixo da linha de pobreza extrema, com renda inferior a US $ 1,90 por dia (R $ 140 por mês), na medição do Banco Mundial. Entre 2016 e o ​​ano passado, esse contingente aumentou de 13,5 milhões para 15,2 milhões de pessoas.

Ovestimento econômico para tirar esse grupo da extrema pobreza, que antes exigiu um pouco menos de R $ 9,95 milhões mensais (R $ 187 per capita), passou em 2017 para R $ 10,2 bilhões mensais. Um orçamento feito pelo IBGE, que considera uma alocação de recursos, sem despesas operacionais e sem igual, inflaciona-se com investimento.

Os recursos aplicados em programas de transferência de renda e geração de empregos, para satisfazer as gerações que perdem por conta, têm atingido quase 14 milhões de pessoas durante uma recessão. O orçamento do Bolsa Família, o principal programa federal de combate à pobreza, está em torno de R $ 30 bilhões para todo ano próximo.

Podem-se escolher as formas de pobreza, como uma dimensão, que são a falta de acesso à educação, proteção social, moradia, serviços de saneamento básico e internet. Integram esse grupo os brasileiros que têm à sua custa os três principais direitos que garantem a maior cidadania.

O maior e o do que o sistema de acesso básico é: 37% dos brasileiros não estão em suas casas, simultaneamente, de coleta de lixo, esgoto e água encanada. Em segundo lugar, os sem educação: 28,2% da população ou são crianças de 6 a 14 anos de ensino ou de pessoas com mais de 14 anos sem instrução, fundamental ou superior.

- Um projeto de erradicação da pobreza depende de muitas decisões. Subsidiar o costurado and motel, gerar empregos, tudo isso pode ser contemplado. Mas, se você quiser resolver esse problema amanhã, numa canetada, esse seria o adicional necessário a ser investido -  O Globo  Leonardo Queiroz Athias, Analista de Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.

Quem quiser escamotear a verdade brutal desses números pode alegar que a situação piorou a partir do afastamento de Dilma Rousseff e sua substituição por Michel Temer, no tal golpe de 2016. Na verdade, a incapacidade de as elites dirigentes brasileiras atenderem aos mais pobres é secular. Mas se agravou recentemente pelos erros graves do governo de Dilma a partir da sua reeleição, em 2014.

Mesmo que tenha tido Tempere contribuído para estes erros, como tal contribui, sem dúvida para uma maior contingência vem as desastrosas. Efeitos tão nefastos, escondidos pela propaganda oficial, não brotam subítima, sem problemas de ação. Os subsídios aos campeões nacionais, os programas de descontos administrados como voluntariado, os preços de serviços administrados com voluntariado, a taxa de juro paga, a taxa de insegurança fiscal e outras medidas ainda estão cobridos num preço muito alto do país. Mas diminuir urgentemente é uma grande prioridade nacional. Sem fantasia nem manipulação.

Ler 176 vezes Última modificação em Quarta, 09 Janeiro 2019 11:04
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