Domingo, 21 Janeiro 2018 16:08

Mais ricos, mais fracos

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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A economia mundial deve ter crescido 3,7% no ano passado, um ponto percentual acima do que foi registrado em 2016. Na China, o desempenho foi de 6,8%, também superior ao de 2016, que foi de 6,7%. O incremento do PIB brasileiro não deve ter superado 1%.

Mantido o desempenho, a China, que, em 2010, tirou do Japão o título de a segunda maior economia do planeta, em 2019 passará à frente dos Estados Unidos.

Quando, na sexta-feira, o governo chinês anunciou o resultado do crescimento no último trimestre de 2017, o Ibovespa fechou com alta de 1,7% e 81.189 pontos, um novo recorde de patamar.

Significa que o Brasil ficará cada vez mais atado à China, crescendo com os chineses, os maiores parceiros do país, mas dependente em função dos termos do comércio entre as duas nações, que reserva ao Brasil a condição de fornecedor de matérias primas e semielaborados.

Esse tipo de relação foi comandado pelo presidente chinês, Xi Jinping. Seu mandato foi renovado por mais cinco anos. Garantia de que a bitola continuará estreita para os que realmente estão ficando cada vez mais ricos pela exportação de commodities, como o minério de ferro de Carajás.

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