Quarta, 26 Dezembro 2018 15:57

A Jurunense

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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É difícil encontrar um empresário que subiu na vida, prosperou e criou uma fonte de receita e emprego na coletividade com seu trabalho – muito trabalho, honesto e competente. Essas seriam as qualidades necessárias para ter reconhecimento público por suas atividades, como as que se supõe terem levado Ricardo de Andrade Batista a ser escolhido, aos 31 anos, empresário jovem de 2018 pelo Conjove, o conselho mirim da Associação Comercial do Pará.

O arquiteto começou o negócio com material de construção aos 18 anos, com dois empregados. Hoje emprega 220 em quatro lojas, inclusive num shopping na BR 316, em Ananineua. Abriu o capital social da sua firma, com 300 mil reais, em 2006. E teve a ousadia de dar a ela o nome de Jurunense, em homenagem a um dos mais populosos, importantes e sugestivos bairros de Belém, fiel à sua origem.

Seria muito bom que essa fosse uma história, de muito sucesso em 13 anos, num início excepcionalmente cedo, fosse reta e clara como uma boa moral.

Ler 46 vezes Última modificação em Segunda, 07 Janeiro 2019 21:27

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