Quarta, 02 Janeiro 2019 17:00

Comércio exterior melhor

Escrito por Lúcio Flávio Pinto
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Durante os dois anos completos do governo Temer, a balança comercial brasileira obteve saldo positivo de mais de 125 bilhões de dólares, o equivalente a quase 600 bilhões de reais. De 2012 até 2016, último dos cinco anos e meio de Dilma Rousseff, o comércio exterior, embora mais intenso, foi deficitário.

Em 2017, houve o recorde do superávit, com US$ 67 bilhões de saldo entre exportações e importações. No ano passado, o ganho foi de US$ 58,3 bilhões. Em 2018, as exportações brasileiras somaram US$ 239,5 bilhões, próximas do maior valor, alcançado em 2013, quando foram exportados US$ 242 bilhões.

Já soma das exportações e importações, que constituem a corrente de comércio, subiu 13,7%, fechando o ano de 2018 com US$ 420,7 bilhões. É o maior valor registrado desde 2014, quando alcançou US$ 454 bilhões.

No ano passado, os produtos básicos tiveram crescimento de 17,2% e os manufaturados, de 7,4%. Os semimanufaturados diminuíram 3,1%.

As importações brasileiras do exterior foram de US$ 181,2 bilhões, crescimento de 19,7% em relação a 2017. Foi a segunda alta consecutiva após quedas de mais de 20% em 2015 e 2016.

A compra de bens de capital cresceu bem mais: 76,5%; a de bens intermediários, 11,6%; a alta de bens de consumo foi de 9,1% e de combustíveis e lubrificantes, de 24,9%. Os combustíveis, insumos e bens de capital compuseram 85% das importações.

Os dados foram divulgados pelo novo ministério da Economia, que resultou da fusão dos ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, do Planejamento e da Fazenda, sob o comando de Paulo Guedes.

Ler 65 vezes Última modificação em Segunda, 07 Janeiro 2019 15:59
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